O que já está mudando e o que isso significa para os serviços.
Tecnologias, comportamentos e convenções estão alterando a forma como vivemos e trabalhamos. Algumas dessas mudanças já estão diante de nós. Outras aparecem primeiro como sinais dispersos, antes de adquirirem nome ou direção claros.
Em SER/VIR, observo essas transformações e procuro entender como elas redesenham a relação entre organizações e pessoas, bem como o que as lideranças precisam ter em mente para decidir melhor, agora.
EM DESTAQUE
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Toda organização é uma promessa
Inovação virou transformação, e outro nome virá. O que não muda é que toda organização vive de uma promessa — e há dois modos de mantê-la valiosa e cumprida.
SÉRIE
O estado da experiência 2026
Toda virada de ano eu paro para registrar os sinais que podem mudar a forma como vivemos, trabalhamos e somos servidos. Um sinal não é uma tendência: tendências têm direção clara e evidência robusta, enquanto sinais são emergentes, ambíguos e podem simplesmente não se confirmar.
Ao longo do ano, volto a cada sinal em um ensaio, apresentando o que previ, com uma atualização sobre o que aconteceu desde o registro, o que ainda é hipótese e o que isso exige de pessoas, organizações e serviços.
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1. A erosão da verdade compartilhada
Este texto faz parte de uma série de reflexões sobre os sinais que decidi registrar ao entrarmos em 2026. O primeiro texto publicado, na newsletter da Livework, apresentou brevemente todos os sinais (veja aqui). Agora, mergulharei em cada um dos sinais de maneira mais pessoal e profunda, um texto por vez. Antes de começar, gostaria de lembrar que um sinal…
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